Joaquim Maia pede solução para a conclusão dos conjuntos habitacionais

Após visitar as obras abandonadas dos conjuntos habitacionais das quadras 1304 e 1306 Sul, do Programa Minha Casa, Minha Vida, o vereador Joaquim Maia trouxe para o Plenário a discussão do problema.

Joaquim Maia cobra solução
Descrição: Joaquim Maia cobra solução Crédito: Divulgação

Após visitar as obras abandonadas dos conjuntos habitacionais das quadras 1304 e 1306 Sul, do Programa Minha Casa, Minha Vida, neste dia 11/06, o vereador Joaquim Maia trouxe para o Plenário a discussão do problema. "É de cortar o coração ver tantas moradias, aproximadamente mil apartamentos, abandonados. As obras, iniciadas em 2007 e que já estavam entrando na fase de acabamento foram abandonadas pelas empreiteiras e, o pior, não houve nenhuma ação da gestão passada para que as mesmas fossem retomadas. Agora, com a nova administração, o que vemos é o mesmo cenário. Os condomínios continuam abandonados, colocando em risco suas estruturas que estão se deteriorando com o tempo", desabafou o vereador.

Dirigindo-se aos colegas vereadores, Joaquim Maia alertou sobre a expectativa gerada a quase mil famílias que se cadastraram para receber aqueles apartamentos, famílias que hoje veem seus sonhos se tornarem pesadelos.  "Tenho informações de que o número de pessoas que seriam atendidas por aquelas moradias corresponde a 10% do déficit habitacional da nossa capital. E estas pessoas ainda aguardam a solução para este que antes de ser um problema, é uma vergonha para nós". Disse Maia.

Em contato com o secretário Municipal de Habitação, Aleandro  Lacerda Gonçalves, Joaquim Maia obteve a informação de que a Prefeitura está buscando soluções para o problema. O secretário informou ainda que existem em Palmas dez mil pessoas cadastradas no Programa com condições para serem contempladas, o que demonstra a necessidade urgente de que sejam retomadas as obras daqueles condomínios, os quais já consumiram uma grande quantia do dinheiro público de Palmas.

As empreiteiras que tocavam as obras e as abandonaram, são: Só Terra (410 unidades); Taquatinga (140 unidades) e Tecnorte (300 unidades).

 

 

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