Prefeitura instaura sindicância por suposta omissão de socorro e afasta agentes da GM

O processo administrativo busca esclarecer se houve negligência no cumprimento dos protocolos de proteção ao cidadão, conforme previsto no Estatuto da Guarda

Sindicância tem prazo de 30 dias para apresentar relatório
Descrição: Sindicância tem prazo de 30 dias para apresentar relatório Crédito: Lia Mara/Secom Palmas/arquivo

A Secretaria Municipal de Segurança e Mobilidade Urbana de Palmas oficializou nesta quarta-feira, 18, a abertura de uma sindicância investigativa para apurar a conduta de três agentes da Guarda Metropolitana de Palmas (GMP). A medida, publicada no Diário Oficial do Município (nº 3.897), decorre de um relatório técnico que aponta possível omissão de dever funcional em uma ocorrência nas proximidades da Base da Graciosa, durante o plantão do último domingo, 15 de fevereiro. Em nota, na manhã desta quinta-feira, 19, a Prefeitura de Palmas informou o afastamento dos agentes da GMP até que a apuração seja concluída. Confira a nota ao final da matéria.

 

 

Segundo a Portaria nº 007/2026 da Corregedoria da Guarda Metropolitana, a sindicância vai apurar se os agentes deixaram de prestar a assistência devida a uma mulher encontrada em situação de extrema vulnerabilidade social e psicológica em razão de um crime de violência sexual. O processo administrativo busca esclarecer se houve negligência no cumprimento dos protocolos de proteção ao cidadão, conforme previsto no Estatuto da Guarda. A portaria designa uma comissão para conduzir os trabalhos, com prazo estabelecido de 30 dias para a coleta de depoimentos e análise de provas.

 

 

A gestão municipal reforça que a sindicância garante o direito ao contraditório e à ampla defesa, mas ressalta que não compactua com desvios de conduta que comprometam a missão institucional da força de segurança. Caso as irregularidades sejam confirmadas, os servidores poderão sofrer sanções disciplinares que variam de advertência à suspensão. A iniciativa reafirma o compromisso da gestão com a transparência e a ética no serviço público.

 

A Secretaria Municipal de Segurança e Mobilidade Urbana de Palmas oficializou nesta quarta-feira, 18, a abertura de uma sindicância investigativa para apurar a conduta de três agentes da Guarda Metropolitana de Palmas (GMP). A medida foi publicada no Diário Oficial do Município (nº 3.897) e decorre de um relatório técnico que aponta possível omissão de dever funcional em uma ocorrência nas proximidades da Base da Graciosa durante o plantão do domingo, 15 de fevereiro.

 

 

Segundo a Portaria 05/2026 da Corregedoria da Guarda Metropolitana de Palmas, a sindicância vai apurar se os guardas deixaram de prestar a assistência devida a uma mulher encontrada em situação de extrema vulnerabilidade social e psicológica. O processo administrativo busca esclarecer se houve negligência no cumprimento dos protocolos de proteção ao cidadão, conforme previsto no Estatuto da Guarda. A Portaria designa uma comissão para conduzir os trabalhos, com prazo estabelecido de 30 dias para a coleta de depoimentos e análise de provas. 

 

 

A gestão municipal reforça que a sindicância garante o direito ao contraditório e à ampla defesa, mas ressalta que não compactua com desvios de conduta que comprometam a missão institucional da força de segurança. Caso as irregularidades sejam confirmadas, os servidores poderão sofrer sanções disciplinares que variam de advertência à suspensão. A iniciativa, conforme a gestão municipal, reafirma o compromisso com a transparência e a ética no serviço público.

 

NOTA À IMPRENSA

A Prefeitura de Palmas, por meio da Guarda Metropolita de Palmas (GMP), informa que a Corregedoria instaurou, por meio da Portaria nº 005/2026, sindicância investigativa para apurar a conduta de três guardas que estavam de plantão no dia 15 de fevereiro de 2026. A medida visa investigar suposta omissão dos agentes diante de um crime de violência sexual, ocorrido nas adjacências da Base da Graciosa, comportamento que fere o decoro e os deveres éticos de proteção à população previstos na legislação municipal.



Os servidores foram afastados de suas funções até que a apuração seja concluída e as responsabilidades devidamente esclarecidas. A comissão designada pela Corregedoria conduzirá os trabalhos para preservar o interesse público e a integridade da instituição.

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