A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) detalhou ao Conselho Municipal de Saúde (CMS) que detectou diversos problemas na prestação de serviços nas Unidades de Pronto de Atendimento (UPAs) e iniciou, ainda em 2025, estudos técnicos para solucionar as demandas e garantir a qualidade de acesso à população. “É preciso destacar que não existe nenhum estudo ou planejamento de terceirização das UPAs. O objetivo é organizar a oferta de um serviço humanizado e assegurar condições de trabalho”, explicou a secretária-executiva da Semus, Ludimila Monturil Barros.
Na reunião, realizada na quarta-feira, 28, a pasta explicou que está organizando uma agenda positiva da gestão com o CMS, em fevereiro, para apresentar os estudos. "Nosso objetivo é pautar as decisões em dados e estudos de viabilidade, considerando sempre as sugestões do Conselho. Esta união é fundamental para que as políticas públicas sejam assertivas", afirmou Ludimila.
Sobre o credenciamento de organizações sociais no ano passado, a Semus informou que, com base no Decreto Municipal nº 2.121/2021, as entidades podem requerer, a qualquer momento, a qualificação junto ao Poder Público para depois apresentar proposta de trabalho.
Os relatórios técnicos do TCE-TO, realizados no ano passado, referente às UPAs Norte e Sul, sinalizam oportunidades de melhoria em fluxos administrativos, como a atualização de cronogramas de pagamentos e o refinamento do controle de estoques de insumos. Também são sugeridos ajustes em protocolos de manutenção de equipamentos e na infraestrutura predial para elevar ainda mais o padrão de segurança operacional das unidades.
Monitoramento
A Semus também apresentou a Programação Anual das Ações de Vigilância Sanitária para 2026, que é um instrumento de planejamento, gestão, monitoramento e avaliação; alinhada às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). A vigilância sanitária em Palmas tem o papel de prevenir, reduzir e eliminar riscos à saúde da população e promover qualidade de vida.
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