Com excelente relação com o corpo técnico da UFT (Universidade Federal do Tocantins) e respeito dos colegas de docência, a professora e pesquisadora em Transferência de Tecnologia e inovação, Marli Vieira, foi indicada como pré-candidata de oposição a vice-reitora na futura chapa a ser liderada pelo professor George França.
Marli foi a candidata de oposição na consulta universitária de 2021, tendo alcançado 1.132 votos no total e vencido a disputa entre os alunos de Palmas. Isso tudo apesar de uma campanha com poucos recursos e muito limitada por causa da pandemia do novo Coronavírus.
Para Marli, a UFT precisa de uma mudança profunda na gestão, que necessariamente tem de passar por valorização dos técnicos, cuidado com os professores e envolvimento dos estudantes. “A UFT vem perdendo o protagonismo na sociedade. São vários anos fazendo a mesma coisa e dessa forma caminhamos para a mediocridade. Caso sigamos assim, não seremos nada mais do que a média, muito longe do potencial da universidade, que já foi a principal instituição do Tocantins”, pontuou Marli.
A agora pré-candidata a vice-reitora disse que em 2021 já acreditava que a mudança na universidade precisava acontecer. “Neste momento, após quatro anos, essa mudança é ainda muito mais necessária. Apesar da boa vontade de muitas pessoas, ficamos para trás em relevância, no respeito interno e na estrutura física”, lamentou.
Conselho Universitário
Entre uma das urgências defendidas por Marli está a reformulação do Consuni (Conselho Universitário), órgão supremo da UFT responsável por traçar a política universitária “Nós precisamos que o conselho seja antenado com toda a comunidade acadêmica, respeitando a diferença de opiniões e com condições de deliberar por ações que fortaleçam de verdade a nossa instituição. Hoje, o orçamento da universidade beira os R$ 400 milhões por ano. Claro que se pode fazer mais do que é realizado com esse dinheiro”, frisou.
Capacidade de George França
Outro fator que fez Marli declarar apoio a George França é a grande capacidade de diálogo do pré-candidato. “Ele tem as portas abertas no governo federal, já trouxe milhões em projetos de extensão e capacitação que mudaram a vida de mais de 2000 mil pessoas. George sabe discutir com todos os segmentos da sociedade, de todas as correntes políticas e não será um reitor burocrata e nem acomodado”, finalizou.
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