SES reforça vacinação contra influenza e convoca grupos prioritários no Tocantins

Campanha segue até fevereiro de 2026 com vacina gratuita nas UBS e foco na prevenção de casos graves e internações

Crédito: André Araújo/Governo do Tocantins

A Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) reforça, nesta semana, o chamado para que a população procure as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e se vacine contra a influenza. Iniciada em novembro de 2025, a campanha segue até fevereiro de 2026, com oferta gratuita da vacina, considerada segura e fundamental para reduzir casos graves, internações e óbitos por infecções respiratórias, especialmente no período de maior circulação viral.

 

Quem pode se vacinar?

Pessoas integrantes dos seguintes grupos podem se dirigir às Unidades de Saúde da Família (USF’s) dos municípios, de segunda a sexta-feira das 8h às 17h, para vacinação contra a Influenza: Puérperas, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde, professores do ensino básico e superior, profissionais das Forças Armadas, Segurança e Salvamento, pessoas com deficiência permanente e caminhoneiros.

 

Também podem ser vacinados os trabalhadores do transporte coletivo rodoviário urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, trabalhadores dos Correios, população privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medida socioeducativa, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, independentemente da idade. 

 

Incentivo

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Felinto, incentivou a vacinação. “Procure a unidade de saúde mais próxima e atualize a sua caderneta de vacinação. A prevenção começa com um gesto simples, mas que salva vidas”.

 

A gerente de Imunização substituta da SES/TO, Marli Jerônimo falou sobre a importância da vacina. “Essa vacinação é muito importante, nós orientamos que as Secretarias Municipais de Saúde mantenham e intensifiquem as ações de vacinação, com estratégias como busca ativa, ampliação do acesso às salas de vacina e registro adequado das doses aplicadas nos sistemas de informação, garantindo que todos os grupos prioritários sejam alcançados”.

 

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