Alunos de Medicina da UFT ajudam no tratamento

Através do Programa de Educação pelo Trabalho, alunos de Medicina da UFT tem auxiliado no diagnóstico, tratamento e cura da hanseníase. A parceria acontece entre a Universidade Federal do Tocantins, Ministério da Saúde e Secretaria Municipal de Saúd...

A Universidade Federal do Tocantins-UFT desenvolve o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde na área de Vigilância em Saúde- Pet, que é uma parceria entre o Ministério da Saúde e Secretaria Municipal de Saúde. A parceria auxilia no diagnóstico, tratamento e cura da hanseníase.

No programa é desenvolvido um trabalho em equipe com acadêmicos de medicina, enfermagem, fisioterapia e serviço social, os preceptores são funcionários da Semus e trabalham no departamento da Vigilância em Saúde e também com professor tutor da UFT.

Segundo informações da acadêmica de Medicina Isabele Martins Valentim, de início toda equipe foi desafiada a conhecer sobre o tema hanseníase e sua relação com a população palmense. Na atuação direta com pacientes portadores da doença, a estudante afirmou que a cura está em todos os níveis. “Dentro do Pet-Saúde, pude perceber que promoção pode ser feita em todos os níveis de complexidade dos serviços ofertados à população e em especial ao paciente que apresenta a doença”,explicou Isabele.

De acordo com a estudante, o diagnóstico precoce, o acompanhamento da equipe multiprofissional pelo paciente em tratamento e no pós-alta, são formas importantes de se erradicar a doença endêmica. Isabelle acredita que o programa já gerou acadêmicos multiplicadores do assunto em suas respectivas instituições de ensino através de intervenções que já foram feitas como a discussão sobre hanseníase em semanas acadêmicas e eventos científicos.

Programa

O programa se iniciou no ano de 2010 e será finalizado em 2012. Segundo informações da acadêmica, dentro do Pet há várias linhas de pesquisa e parte do grupo é responsável pela pesquisa com tema: Levantamento de incapacidades físicas e das reações em hanseníase no período de 2005 a 2010 no município de Palmas.

Para Isabele é de suma importância fazer parte do programa. “A experiência de fazer parte desse programa e lidar diretamente com a hanseníase em um município cuja doença é endêmica, é única” ressaltou a estudante.

Comentários (0)