Além de Kátia Abreu e de Solange Duailibe, duas pedras cantadas com antecedência na linha de frente do PSD, podem se confirmar nos próximos dias algumas novidades. Um deputado federal estaria prestes a anunciar sua filiação ao novo partido, deixando duas posições incômodas: oposição à Dilma e oposição à Siqueira.
Na Assembléia Legislativa muitos chegaram a ensaiar o passo, mas não avançaram nas conversações. Um segundo deputado estadual também deve se juntar à Solange nos próximos dias, e assentar posição assumida de apoio ao governo do Estado.
Duas coisas mudaram com relação ao PSD. A posição inicial do prefeito Gilberto Kassab, der situar o partido como centro esquerda repercutiu mal. O recuo foi instantâneo na mídia formadora de opinião do eixo rio São Paulo. A segunda mudança de tendência do partido que começa a se formar, vai na fala da senadora Kátia Abreu na entrevista publicada nesta terça-feira no Site Roberta Tum.
Kátia já sinaliza que o partido nasce tão forte que a idéia de fusão lá adiante com o PSB não deve vingar. Outros partidos podem se juntar ao PSD antecipa a senadora.
Tudo isso, se vier a se concretizar significa que o que serviria inicialmente a um arranjo para muitas necessidades, pode se tornar de fato uma via com consistência no mínimo programática – já que não se pode dizer ideológica – a médio prazo.
Vamos acompanhar os acontecimentos que começam a desaguar com o start dado pela senadora nesta terça. Entre os que vão e os que ficam no DEM, começa a ser traçado o cenário de duas eleições: a de 2012 e a de 2014.
Ainda hoje, muita coisa deve ficar clara neste jogo. É aguardar. Volto logo mais.
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