O deputado estadual Eduardo Mantoan (PSD) homenageou nesta quinta-feira, 28, três religiosos durante a sessão solene em comemoração aos 30 anos da Arquidiocese de Palmas, na Assembleia Legislativa do Tocantins.
Entre os homenageados do deputado esteve o Frei Felisberto. Natural de Paracatu (MG), o religioso chegou ao então norte de Goiás em 1988 para desenvolver uma pesquisa sobre os povos indígenas da região. O que seria uma missão temporária transformou-se em um chamado definitivo.
Formado em psicologia pela Universidade de Brasília, graduado em ciências sociais e especializado em orientação educacional, Frei Felisberto escolheu dedicar sua vida a servir as pessoas. Em Palmas, ajudou a formar gerações como educador, conselheiro e missionário. Fundou o Centro Terapêutico Monte do Carmo, contribuindo para a formação dos primeiros psicólogos sociais da capital, além de ter participado da implantação da Paróquia Nossa Senhora do Monte do Carmo, referência de fé e acolhimento para milhares de famílias.
Outro homenageado foi o padre Fábio Gleiser, cuja vocação acompanha a própria criação da Arquidiocese, sendo a primeira ordenação realizada na capital, em 1996. Com formação em filosofia, teologia, comunicação social e ciências da religião, tornou-se referência como escritor, jornalista, educador e líder religioso. Foi reitor do primeiro seminário da Arquidiocese, diretor da Escola Criança Esperança, da Rádio Liberdade, pároco da Igreja Coração de Maria, um dos fundadores do movimento campista, fundador da Associação Beneficente Adorai e do Movimento Adorai.
O parlamentar também prestou homenagem ao padre Flávio Brandão, da Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus, representado pelo diácono José Oliveira Brandão em razão de questões de saúde. Ordenado em Palmas, padre Flávio construiu sua caminhada sacerdotal próximo da população, levando esperança e acolhimento.
Para Mantoan, histórias como as de Frei Felisberto, padre Fábio e padre Flávio ajudam a explicar a força da Arquidiocese ao longo desses 30 anos. “Celebrar as três décadas da Arquidiocese é reconhecer aqueles que dedicaram suas vidas a servir. Homens e mulheres que evangelizaram, acolheram, educaram e levaram amor e esperança, como o próprio Cristo nos ensinou”.
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