Amastha acionará órgãos de controle para investigar ônibus durante gestão Cinthia

Durante sessão, Amastha anunciou a retirada da solicitação de CPI do Transporte Público, mas reafirmou seu compromisso em buscar respostas e responsabilizar envolvidos

Crédito: Divulgação

Durante a sessão desta terça-feira, 1º, na Câmara Municipal de Palmas, o vereador Carlos Amastha informou que acionará órgãos de controle para investigar irregularidades na gestão do transporte público da capital durante a gestão da ex-prefeita Cíntia Ribeiro. O parlamentar afirmou que levará o caso ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), Tribunal de Contas da União (TCU), Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público Estadual (MPE) e à Polícia Federal (PF) para que os responsáveis sejam identificados e penalizados.

 

Com a formalização das representações nos órgãos competentes, a expectativa é que as investigações avancem e que os responsáveis pelos prejuízos ao transporte público de Palmas sejam devidamente punidos.

 

“Agora, mais do que nunca, a gente vai atrás dos culpados. Evidentemente, uma CPI poderia ter mecanismos de pessoas atrapalharem e eventualmente terminar em pizza. Entretanto, a gente vai para cima dos órgãos de controle para encurtar esta fase. Ao invés de fazer uma comissão, vamos direto às autoridades”, declarou.

 

Denúncia

A denúncia envolve a falta de licitação para a concessão do transporte público, o que teria criado uma situação de “emergência preparada”, facilitando contratos prejudiciais aos cofres públicos.

 

Ainda segundo o vereador, a ex-prefeita demorou quase um ano para responder a uma notificação oficial sobre a prorrogação da concessão e, em vez de lançar um novo processo licitatório, firmou contratos de locação de veículos que transferiram todos os custos para o município, incluindo combustível, manutenção e motoristas.

 

Outro ponto crítico levantado por Amastha foi a falta de transparência sobre os valores pagos diretamente pelos usuários na catraca dos ônibus. “Para onde foram esses valores? Em quais contas públicas foram depositados?”, questionou.

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