Amastha apoia Dorinha e Gomes e não teme proximidade com Janad e Luxemburgo

De saída do PSB para o Podemos, Carlos Amastha busca Aleto, nega desafetos, declara fidelidade ao prefeito Eduardo e revela “sonho para 2032”

Crédito: Divulgação

O vereador Carlos Amastha anunciou nesta quinta-feira, 2, sua saída do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e aguarda emissão de carta de anuência da sigla para filiar-se ao Podemos, liderado no Tocantins pelo prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos.

 

Em evento realizado em Palmas, Amastha recebeu os senadores Dorinha Seabra (União Brasil) e Eduardo Gomes (PL), aos quais declarou apoio, unindo-se, portanto, à base governista para disputar uma das 24 cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins (Aleto).

 

Questionado sobre a possibilidade de dividir palanque com desafetos, Amastha foi categórico ao dizer que não teme compor o mesmo bloco de Janad Valcari, além do também pré-candidato ao Senado, Vanderlei Luxemburgo (Podemos).

 

“Com a Malévola [Janad Valcari] eu vou estar, né. Ela não apoia a Dorinha?” indaga Amastha, que analisa sua chegada ao Podemos da seguinte maneira: “Não estou na majoritária, eles [Janad e Luxemburgo] não são uma opção minha. Se fossem, nenhum dos dois estaria no palanque”.

 

“Sou apenas um pré-candidato a deputado estadual dentro disso aí”, afirma Amastha que, antes mesmo de ser questionado sobre Wanderlei Barbosa, apontou: “Minha candidata ao Governo será Dorinha. Os apoios que ela tem não cabe discutir. E o Wanderlei Barbosa? Ele não é candidato a nada, certo?”

 

Quanto à saída do PSB, Amastha confessa: “Cometi um erro grave como dirigente partidário, que foi não ter eleito um deputado federal. Eu deveria ter sido candidato na eleição passada, com muitas possibilidades”.

 

Quanto à intervenção de Irajá Abreu nesse processo, Amastha define que “partidos vivem de deputado federal” e declara: "O que o senador Irajá fez foi ir à diretoria nacional e dizer: "Eu vou montar uma chapa pra federal", algo que provavelmente eu não conseguiria montar. "

 

Sobre uma possível disputa pela Prefeitura de Palmas em 2028, Amastha reafirmou fidelidade a Eduardo Siqueira Campos, mas revela sonhar com a possibilidade em 2032. “Posso sonhar em ser prefeito de Palmas lá em 2032, se os palmenses ainda me quiserem. Em 2028, obviamente, vamos trabalhar pela reeleição do nosso prefeito Eduardo”, garante.

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