Ao T1, Ayres destaca protagonismo do TO na vice-liderança do maior bloco da Câmara

Em entrevista exclusiva nesta sexta-feira, 27, deputado detalha atuação em Brasília e afirma que composição parlamentar atual não vincula apoio do bloco a nomes do PSD para a sucessão presidencial

Crédito: Nilo Almeida/T1

Durante evento de prestação de contas de seu mandato realizado nesta sexta-feira, 27, o deputado federal Ricardo Ayres (Republicanos) falou com exclusividade ao T1 Notícias sobre sua atuação na Câmara dos Deputados. O parlamentar destacou a relevância de ocupar, ainda em seu primeiro mandato, a vice-liderança do maior bloco partidário da Casa.

 

Ayres falou que sua atuação vai além da destinação de emendas, focando na participação ativa em temas estratégicos e na fiscalização parlamentar. Segundo o deputado, a presença constante em comissões e no plenário foi o que viabilizou sua ascensão à vice-liderança do bloco, que reúne siglas como Republicanos, MDB e PSD.

 

"Olha, é um privilégio para mim, no primeiro mandato, ser vice-líder do maior bloco partidário, além de compor comissões importantes. Tenho sempre presença, 100% de presença nas comissões e no plenário. Procuro desempenhar o meu papel não só na destinação de emendas, mas também no papel de fiscalização e, sobretudo, de participação. Foi a participação nas decisões, nos temas nacionais, que me posicionou como vice-líder desse bloco e é assim que a gente pretende continuar", disse.

 

Articulação e sucessão presidencial

Questionado sobre as movimentações para a Presidência da República e a influência de lideranças como Gilberto Kassab (PSD) e o nome de Ronaldo Caiado dentro do bloco, Ayres pontuou que a composição parlamentar atual não determina, necessariamente, uma unidade de decisão para as eleições presidenciais.

 

O deputado esclareceu que, embora o grupo atue de forma conjunta na Câmara, as decisões partidárias para a sucessão nacional seguem caminhos distintos. “O bloco partidário, ele é diverso. Ele vai de Republicanos ao MDB, passando pelo PSD. O bloco é só um arranjo de representação desses partidos na Câmara. Nada tem a ver com a composição partidária das eleições, a gente não mistura muito isso. Quer dizer que o próximo presidente pode sair, inclusive, desse bloco", explicou. 

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