A presidente nacional do PSDB-Mulher e presidente do PSDB no Tocantins, ex-prefeita de Palmas Cinthia Ribeiro, comanda nesta quarta-feira, 11, em Brasília, uma reunião ampliada com lideranças femininas da legenda de todo o país. O encontro tem como objetivo central o planejamento de ações para ampliar a participação da mulher nos espaços de poder e nas decisões partidárias visando os próximos pleitos. O fortalecimento de candidaturas femininas no ninho tucano é um dos temas da pauta do encontro.
“O PSDB-Mulher está fazendo um grande trabalho de identificação de mulheres com potencial eleitoral em todos os estados brasileiros para que elas venham para a disputa com força e em igualdade de oportunidades nas próximas eleições. Para isso, executaremos nos próximos meses um grande projeto de qualificação de mulheres pré-candidatas, preparando-as para enfrentar a disputa de igual para igual e serem vencedoras”, reforçou a presidente nacional do PSDB-Mulher e presidente do PSDB no Tocantins, Cinthia Ribeiro.
O projeto de formação do PSDB-Mulher começará por Fortaleza-CE, já no dia 05 de março, quando haverá um grande evento com as mulheres tucanas do Ceará, com a presença de líderes históricos do partido no Estado, como Tasso Jereissati e o atual presidente do PSDB-CE, Ciro Gomes.
Outro ponto que será debatido entre as líderes tucanas é o enfrentamento à violência contra a mulher. O Brasil vem registrando recordes no número de feminicídio, exigindo que o assunto seja tratado com mais firmeza. Recentemente, foi lançado o Pacto Nacional contra o Feminicídio, uma iniciativa que envolveu os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. A proposta é um avanço no enfrentamento do problema. Mas apesar do anúncio do pacto, o Executivo ainda não apresentou os detalhes das ações de execução das políticas de combate ao feminicídio no país.
“O PSDB-Mulher acredita que o Pacto contra o Feminicídio é um avanço, mas que precisa deixar de ser apenas discurso e partir para a ação. Estamos organizando um comitê para que o PSDB-Mulher possa acompanhar a execução do pacto em todo o país. Esse comitê também terá o papel de contribuir com o pacto, propondo ações concretas que realmente possam reduzir o número de feminicídio e a violência contra a mulher no país”, destacou Cinthia.
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