Prefeitura de Palmas aguarda autos para se situar sobre prisão da titular da Semus

Ação da Polícia Civil investiga contrato de terceirização das UPAs no valor de R$ 139 milhões entre a Prefeitura de Palmas e a Santa Casa de Misericórdia de Itatiba

Crédito: Divulgação Secom Palmas/Arquivo

Em nota oficial encaminhada à imprensa por volta das 10 horas desta quarta-feira, 10, a Prefeitura de Palmas, por meio da Procuradoria Geral do Município, informou que acompanha a operação realizada pela Polícia Civil do Tocantins e aguarda o acesso às informações oficiais dos autos para se manifestar. A ação em foco é um desdobramento da Operação Falsa Emergência, que culminou com a prisão da Secretaria Municipal da Saúde de Palmas, Dhieine Caminski e de um outro servidor da Pasta. A ação apura supostos crimes de falsidade ideológica e irregularidades na contratação da empresa terceirizada responsável pela gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital.

 

 

A investigação se debruça sobre o contrato firmado entre a Prefeitura de Palmas e a Santa Casa de Misericórdia de Itatiba, cujo valor global atinge R$ 139.197.927,12 por um período de 12 meses. O acordo já era alvo de contestação e acompanhamento por parte do Tribunal de Contas do Estado (TCE/TO), que em abril havia intimado a gestora a prestar esclarecimentos e recomendado cautela na execução do contrato para não comprometer o atendimento à população.

 

 

Até o momento, os desdobramentos técnicos e o volume total de mandados cumpridos não foram totalmente especificados. A Assessoria de Comunicação (Ascom) da Secretaria da Segurança Pública informou que a Divisão Especializada de Repressão à Corrupção (Decor) da Polícia Civil do Estado do Tocantins (PCTO) ainda não repassou os detalhes da operação, que segue em andamento.

 

 

O espaço permanece aberto para a manifestação da Prefeitura de Palmas, da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba e das defesas dos citados.

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