Contratados da Saúde denunciam gestão por terem sidos afastados de seus postos após o retorno do governo interino à administração. Os profissionais relataram que a medida teria se dado por um memorando circular, de modo que não gere folha de pagamento, em detrimento de futuras exonerações.
O memorando proíbe a prestação de serviços dos profissionais contratados com vencimento no mês de abril, sob pena de responsabilização. “Os profissionais com vencimento de contrato no mês de abril devem afastar-se imediatamente de suas atribuições, com exceção dos profissionais médicos, médicos pediatras, enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de serviços gerais, auxiliar de limpeza hospitalar e porteiros” como consta no documento.
Uma contratada do Estado que pediu para não ser identificada e que informou o caso ao T1, contou também que já procuraram o RH da Saúde no Estado, mas que nenhuma informação saiu ainda no Diário Oficial.
SES responde
Em nota, a Secretaria Estadual da Saúde (SES-TO) afirmou que está avaliando os contratos.
"A Secretaria de Estado da Saúde informa que possui um grupo estratégico de dimensionamento da força do trabalho avaliando todos os contratos e a necessidade de cada um. Quanto ao atendimento à população, a SES destaca que nenhum serviço essencial aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), no Tocantins ficará prejudicado".
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