A manifestação dos trabalhadores do Tocantins, que estava marcada para acontecer na manhã desta sexta-feira, 31, às 8h30, foi transferida para as 16h, e começará na Feira da 304 Sul, em Palmas. A mobilização deve levar cerca de 30 entidades representativas que manifestarão contra a reforma da Previdência, a reforma trabalhista e a terceirização do trabalho no Brasil, aprovado na Câmara de Deputados na semana passada, em Brasília. Durante o ato, os manifestantes utilizarão carros de som e vão distribuir panfletos para informar a população sobre como ficarão os direitos dos trabalhadores as reformas sejam aprovadas.
O presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), Cleiton Pinheiro explicou que a estratégia é para atrair mais pessoas para participar do movimento e atingir mais público, como por exemplo, os produtores rurais da feira. “Vamos começar a fazer panfletagem a partir das 16h até umas 19h30 na feira. Dessa forma também daremos acesso à informação aos produtores rurais que trabalham lá, para ampliar a divulgação sobre a reforma e as pessoas possam compreender melhor as consequências e poderem cobrar mais de seus representantes políticos”.
Ainda conforme Cleiton Pinheiro, “são três frentes que estão cobrando dos deputados que não votem nas reformas da previdência e trabalhista, e vamos rechaçar os deputados que foram favoráveis à terceirização do trabalho”, explicou.
A Nova Central Sindical do Tocantins ainda pretende viabilizar uma reunião com deputados e senadores para entregar uma carta pontuando os impactos negativos sobre os trabalhadores. “Queremos entregar pessoalmente uma carta aberta aos deputados e senadores, para eles entenderem que os principais afetados somos nós”, avaliou Pinheiro.
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