Estado anuncia novo edital para preencher 470 vagas na Educação do Tocantins

Edital visa preencher cargos - atualmente desocupados, que abrangem disciplinas como Artes, Ciências, Geografia, História, Química, Letras e Sociologia, além de funções de suporte pedagógico

Crédito: Mari Rios/Governo do Tocantins/Arquivo

O Governo do Tocantins confirmou para os próximos 30 dias a publicação de um edital de redistribuição de vagas para a rede estadual de ensino. A medida visa o preenchimento de aproximadamente 470 cargos que atualmente estão desocupados, abrangendo disciplinas como Artes, Ciências, Educação Física, Filosofia, Geografia, História, Letras (Português, Inglês e Libras), Química e Sociologia, além das funções de Coordenador Pedagógico e Orientador Educacional.

 

 

A iniciativa faz parte de uma estratégia para otimizar o quadro de pessoal e deve levar o Estado à marca de 5 mil profissionais convocados desde a realização do último concurso da Educação Básica. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), as vagas serão distribuídas em jornadas de 90 e 180 horas, focando nas carências reais de cada unidade escolar.

 

 

Balanço de convocações e a 9ª chamada

O anúncio do novo edital ocorre logo após a concretização da 9ª chamada do certame, que convocou 130 aprovados no mês de fevereiro. Com essa última movimentação, o total de convocados subiu para 4.524 profissionais.

 

 

Um dado relevante destacado pela gestão é que 1.232 dessas nomeações ocorreram além do quantitativo original de vagas diretas, utilizando o cadastro de reserva para suprir vacâncias por aposentadoria e desvios de função legais.

 

 

Planejamento e Contratos Temporários

O secretário de Estado da Educação, Fábio Vaz, ressaltou que a redistribuição é um marco na recomposição do quadro efetivo. “Estamos atuando com planejamento e responsabilidade fiscal para garantir que cada escola tenha as melhores condições para oferecer um ensino de qualidade”, afirmou.

 

 

Mesmo com o avanço das nomeações, a Seduc manterá contratos temporários em regiões específicas onde não houve aprovados suficientes, especialmente nas disciplinas de Matemática e Física, e para cobrir os cerca de 650 servidores efetivos que estão legalmente afastados por licenças médicas ou exercício de cargos de gestão.

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