PF cumpre 8 mandados em duas operações contra crimes e vapes no TO e PA

Ações "POD Carcinogenic" e "Generalist" miram o contrabando de cigarros eletrônicos, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e moeda falsa no Tocantins e no Pará

Crédito: Divulgação PF

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 3 de junho, duas operações simultâneas para combater organizações criminosas no Tocantins: a "Operação POD Carcinogenic" e a "Operação Generalist". Juntas, as ações deram cumprimento a oito mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Palmas, divididos em cidades do Tocantins e do Pará.

 

A primeira ação foca na repressão ao contrabando de cigarros eletrônicos (vapes e pods), no esclarecimento do comércio ilegal desses produtos no Tocantins e na investigação do crime de lavagem de dinheiro. Foram cumpridos cinco mandados, sendo quatro de busca e apreensão e um de prisão preventiva, nos municípios de Palmas (TO) e Tucumã (PA).

 

 

No Brasil, qualquer tipo de propaganda, comercialização, distribuição, importação ou fabricação de cigarros eletrônicos é proibida pela Anvisa desde 2009. O nome faz alusão aos graves riscos à saúde e aos efeitos nocivos do produto que não possui fiscalização. Os envolvidos podem responder por contrabando, com penas de 2 a 5 anos de reclusão.

 

 

Operação Generalist: atuação em diversas frentes criminosas

A segunda ação, denominada "Operação Generalist", foi deflagrada para desarticular um grupo suspeito de cometer múltiplos crimes na região central do Tocantins. Policiais federais cumpriram três mandados de busca e apreensão nas cidades de Guaraí (TO) e São Félix do Xingu (PA).

 

 

O foco desta operação é reprimir a atuação do grupo nos crimes de moeda falsa, tráfico de drogas, além de também atuar no contrabando de cigarros eletrônicos e lavagem de dinheiro. O nome faz referência direta à versatilidade do bando em operar em frentes criminosas distintas. Somadas, as penas dos investigados podem ultrapassar 30 anos de reclusão.

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