O processo que trata do pedido de anulação do concurso do Quadro Geral do Estado está na 2ª promotoria do Ministério Público Estadual (MPE) e deve começar a ser analisado pelo promotor de Justiça César Simoni nesta quinta-feira, 17.
De acordo com as informações da 3ª Vara do Fórum de Palmas ao Site Roberta Tum, onde o processo estava até o final da tarde de ontem, após decorrido o prazo para as partes apresentarem provas e defesa, encerrado nesta segunda, 14, o processo que já chega a 13 volumes foi encaminhado para o Ministério Público por volta das 17h30 da tarde desta terça.
Na 3ª Vara a informação é de que todos os envolvidos no processo apresentaram documentos que foram juntados ao mesmo, mas o teor destes documentos não foi divulgado. Segundo a assessoria de imprensa do MPE o promotor César Simoni se encontra em audiência durante toda esta quarta e quinta-feira e por este motivo só deve ter acesso aos documentos na tarde de amanhã. Por telefone o promotor declarou que apenas após iniciar a análise do processo poderá informar qual será o procedimento adotado.
Unitins recomendou anulação
De acordo com o divulgado pelo Jornal do Tocantins na manhã desta quarta-feira, 16, a Unitins recomendou em abril do ano passado que todas as provas do certame do quadro geral fossem anuladas. Segundo as informações o parecer pela anulação teria sido dado após a realização de uma sindicância e a documentação foi juntada ao processo neste ano. O reitor da Unitins, Joaber Macedo, confirmou ao Site RT o encaminhamento e junção ao processo do parecer da instituição sobre o certame.
Conforme o reitor, o parecer traz a conclusão de uma sindicância que foi realizada ainda na antiga gestão da Unitins e traz a recomendação de anulação do concurso devido aos problemas que teriam comprometido o certame. "Como foi aberto um novo prazo para apresentação de provas nós resolvemos apresentar o parecer da sindicância. Nós acreditamos que devido aos problemas que o concurso enfrentou ele ficou prejudicado, não há como selecionar os candidatos aptos devido aos problemas em alguns cargos 50% das questões especificas foram anuladas. A sindicância chegou a essa sugestão pela anulação e essa gestão concorda, por isso juntamos ao processo o parecer para que a Justiça de posse de tudo possa decidir da melhor forma", enfatizou o reitor.
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