É preciso conhecer e respeitar ao menos os princípios mais elementares da democracia quando se está na política. Tem gente com mandato popular em Gurupi que nestes últimos meses vêm tentando crescer me detratando ou fazendo críticas ao meu trabalho e de meus companheiros. Grosso modo, estas pessoas não estão respeitando a vontade popular, sacramentada até 31 de dezembro de 2012.
Antes de continuar, preciso deixar claro que a crítica dos opositores não é e nunca será construtiva, isto porque a disputa por espaços no mundo da política não dá trégua. O azar (ou incompetência) de uns traz a sorte e o bem-estar de outros. Quem me faz oposição política, por exemplo, critica todos os meus atos. Mesmo achando injusto, compreendo. Sei também das deficiências que temos no exercício de nossas atividades enquanto gestores, afinal, não somos infalíveis. Ao cidadão comum, reverencio e agradeço pelas críticas cobrando soluções para os problemas da administração. Aos opositores, não. Estes estão em pleno jogo político, conforme veremos a seguir.
Nesta semana assisti, inquieto, ao movimento dos que me querem ver decaído. Percebi e identifiquei como tentam enganar as pessoas de boa-fé, nossos cidadãos, contribuintes e eleitores. Não posso ficar calado vendo o que meus adversários fazem. Ora, por acaso não faz parte do processo democrático que aliados estabeleçam acordos para o exercício do poder?
Pois na Câmara de Vereadores, maus representantes do povo gurupiense resolveram dar importância além da medida a uma estratégia do nosso governo e dos nossos aliados. Maldosamente, disseminaram que dois vereadores da base do governo estariam se afastando apenas por pressão do prefeito. É lógico que isto não procede, e eu fico me perguntando: será que é temor dos suplentes que iriam assumir os cargos, já que o assunto nada lhes diz respeito?
Isto é coisa de quem não sabe nada sobre poder e democracia. Mais ainda: isto é coisa de quem não respeita Partido Político e nem considera os companheiros que lhes deram a condição de ocupar o cargo, afinal, é bom que se esclareça que sem os votos dos suplentes e/ou da legenda nenhum dos dez vereadores estaria eleito.
Sinto mais ainda porque quem está dando o péssimo exemplo, fazendo conluios e propagandeando a desinformação é o mais alto representante da Casa de Leis. Certamente são chagas e ranços de quem nunca terá a tranqüilidade e equilibro até para desfrutar das vitórias.
Aquele que, ao ser derrotado, não reconhece os méritos dos adversários, jamais poderá ser um grande líder, pois não acata as regras do jogo e nem respeita as demais lideranças. Isto deve valer igualmente para os vitoriosos, pois tudo são momentos, e momentos passam.
Alexandre Abdalla – Prefeito de Gurupi
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