Palmas exonera assessor da Saúde preso em operação contra fraudes em UPAs

Andreis, que atuava como superintendente na Secretaria Municipal de Saúde, foi preso preventivamente no dia 10 de junho pela Polícia Civil, no âmbito da segunda fase da Operação Falsa Emergência

Andreis foi exonerado retroativamente ao dia da operação, no dia 10 de junho
Descrição: Andreis foi exonerado retroativamente ao dia da operação, no dia 10 de junho Crédito: Divulgação Secom Palmas

A Prefeitura de Palmas publicou na página 6 do Diário Oficial a exoneração, a pedido, de Andreis Vicente da Costa do cargo de Assessor Especial de Planejamento Estratégico em Saúde. O ato foi oficializado pela Portaria nº 727, assinada pelo secretário-chefe da Casa Civil municipal, Rolf Costa Vidal, e passa a contar retroativamente a partir do dia 10 de junho de 2026.

 

 

Andreis, que atuava como superintendente na Secretaria Municipal de Saúde, foi preso preventivamente no próprio dia 10 de junho pela Polícia Civil, no âmbito da segunda fase da Operação Falsa Emergência. A investigação apura fraudes documentais e direcionamento em um contrato de cerca de R$ 139 milhões para a terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Norte e Sul da Capital.

 

 

Segundo as apurações da Divisão Especializada de Repressão à Corrupção (Decor), o servidor é suspeito de montar o processo administrativo de contratação da organização social de forma direcionada, tendo inclusive recebido um veículo de luxo alugado por uma empresária apontada como lobista do esquema. A operação também prendeu a secretária de Saúde da capital, Dhieine Caminski.

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