Sisepe espera que as negociações encerrem na próxima semana

Aparentemente o impasse está chegando ao fim. Tanto a categoria quanto o governo demonstram interesse na agilidade do processo. O próximo encontro deve acontecer semana que vem....

Os cálculos para a nova proposta do governo em relação ao pagamento do reajuste de 25% concedidos aos servidores do Quadro Geral, continuam sendo feitos pela Secretaria de Planejamento do Estado. De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (Sisepe-TO), Cleiton Pinheiro, a expectativa é que até semana que vem este problema seja resolvido. “Nós esperamos que a próxima vez que nos reunirmos que seja para finalizar as negociações,” comentou o presidente.

Ainda segundo Pinheiro uma reunião com a equipe do governo marcada para ontem, 27, foi adiada devido a incompatibilidade de agendas. As datas prováveis para o próximo encontro são segunda ou terça-feira da semana que vem.

A primeira proposta do governo era que fosse pago 8% em outubro de 2009; mais 8% em outubro de 2010 e 7,16% em janeiro de 2011. Já o retroativo seria pago a partir de fevereiro de 2011, após termino da implantação dos 25%, sendo divido em 60 parcelas. Pinheiro informou que a categoria prefere o pagamento em uma única parcela. “Nós preferíamos o pagamento em uma única parcela, mas estamos abertos as negociações. Tudo será decidido em assembléia. O governo se mostrou flexível a causa. Nós confiamos no governo e em sua equipe,” complementou.

Agilidade

Durante solenidade de inauguração da sede do Igeprev na manhã desta quinta-feira, 27, o governador Marcelo Miranda, fez referência às negociações do reajuste e informou que o processo está bem adiantado.

Histórico

O reajuste de 25%, objeto de discussão entre governo e sindicatos, com intermediação da Assembléia Legislativa foi concedido e posteriormente revogado ainda em 2007. Duas ações tramitam na justiça: uma no STJ, movida pelo Partido Verde, e outra no Tribunal de Justiça, mandado de segurança para garantir o pagamento. Há cerca de três semanas o governo abriu um canal de discussão com os sindicatos, e participação da Assembléia Legislativa.

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