Senador João Ribeiro repudia rumores de que sua saúde não estaria boa para 2014

Senador diz que as pessoas que fazem isso deveriam estar mais preocupadas em tirar a saúde da UTI. Segundo ele, pessoas estariam falando que ele não conseguiria enfrentar um processo eleitoral em 2014

Ribeiro repudia fofocas sobre sua saúde
Descrição: Ribeiro repudia fofocas sobre sua saúde Crédito: Divulgação
O senador da República, João Ribeiro (PR), manifestou indignação à imprensa contra pessoas que estariam falando que ele não tem condições de enfrentar uma campanha eleitoral em 2014. "Gente maldosa que não consegue se preocupar, como deviam, com o oferecimento de uma política de saúde adequada à população, mas que se acha no direito de questionar a minha saúde em particular", diz em nota.
 
Recentemente, em entrevista ao T1 Noticias, o senador comunicou que será pré-candidato ao Governo para as eleições do próximo ano. Depois de ter enfrentado uma luta contra uma grave doença, o senador retornou as suas atividades políticas. Segundo o senador, o problema de saúde que teve agora está curado e, em resposta a atitude dessas pessoas, ele disse que estes deveriam se preocupar com "a saúde pública que está na UTI".
 
Veja nota na íntegra do senador João Ribeiro:
 
 
Inicialmente quero agradecer a todos que oraram pela minha recuperação durante este longo, mas necessário, tratamento médico pelo qual passei.

De volta ao trabalho no Senado Federal desde o início de setembro, preparo-me para retornar minhas andanças pelo Tocantins e, nos próximos dias, por sugestão de algumas lideranças religiosas que mantenho como amigos, participarei de uma Celebração Ecumênica de Ação de Graças nas principais cidades do Estado.

Mas nesse momento, venho manifestar aqui a minha indignação com aqueles que teimam em espalhar aos quatro cantos do Estado de que o senador João Ribeiro não terá saúde para enfrentar uma campanha eleitoral em 2014. Gente maldosa que não consegue se preocupar, como deviam, com o oferecimento de uma política de saúde adequada à população, mas que se acha no direito de questionar a minha saúde em particular.

Quero reafirmar que o problema de saúde de outrora, encontra-se agora debelado, e que com a anuência de dirigentes políticos da esfera pública nacional e dos companheiros que tenho no Estado sou pré-candidato ao Governo pelo Partido da República (PR). Então, ao invés de se preocuparem com a minha saúde, faço uma convocação pública: se preocupem em tirar a saúde pública estadual da UTI, que padece com a falta de leitos, com a falta de medicamentos, com a falta de médicos, com a falta de cirurgias de alta complexidade, com a falta de gestão.

E aos que espalham o vírus nocivo das mentiras maldosas, vou responder fazendo aquilo que eles nunca gostaram de fazer: ajudando as administrações a conseguirem recursos para obras, fazendo-me presente em cada cidade, dando atenção a prefeitos, vereadores e lideranças comunitárias e sindicais e, mantendo-me sempre atento aos reclames populares. Isso sei fazer, e sempre fiz, independentemente do momento eleitoral.

E mais: parem de espalhar a balela venenosa e desrespeitosa de que o senador João Ribeiro na hora “H” estará com Siqueira Campos e seu candidato, o filho Eduardo Siqueira Campos. Na condição de Senador da República estarei sempre ao lado dos projetos do Estado do Tocantins que favoreçam a população como um todo. Porém, do ponto de vista político-eleitoral, não percam tempo comigo. O meu campo é o da oposição.

Oposição a um Governo que alicia prefeitos com promessas de obras, as mesmas que durantes três anos se negaram a fazer e que agora anunciam, em plena época em que as chuvas se aproximam. Oposição a um Governo que alicia prefeitos com ameaça de perseguição e uso do Tribunal de Contas do Estado como instrumento político e não técnico, ou mesmo com interferência no Judiciário, um poder constitucionalmente autônomo. Oposição a um Governo que se envolve em escândalos nacionais que comprometem o IGEPREV, salvaguarda de servidores públicos que trabalham ou trabalharam e esperam segurança em suas aposentadorias. Oposição a um Governo que prometeu 18 hospitais regionais, médicos na porta de casa, e que hoje é notícia diária na imprensa pelo sucateamento da saúde e, de quebra, caos no atendimento médico, hospitalar e laboratorial aos servidores que deveriam ser acolhidos pelo PlanSaúde. Oposição a um Governo que vem sendo duramente criticado pelo estado de insegurança pública generalizada, pelas péssimas condições de trabalho oferecidas para as policias militar e civil, e por ter transformado as cadeias públicas em campos de concentração que acabam permitindo fugas como a ocorrida em Colmeia neste último final de semana. Oposição a um Governo insensível na criação de políticas públicas de combate à disseminação das drogas e que ainda amarga índices vergonhosos no setor educacional.

E minha pré-candidatura (já que candidatura somente no pós-Convenções) quer se constituir como projeto de um grupo onde possamos colocar nossas convergências de ideias acima de divergências pontuais menores e desavenças no campo pessoal. Até porque temos uma missão árdua para tirar o Estado da inanição político-administrativa em que se encontra.

Publicamente quero aqui declarar que vou trabalhar incansavelmente para que consigamos construir uma oposição ampla, programática e ética, e me coloco ao inteiro dispor para dialogar com todos aqueles que já foram citados com pretensões para a disputa de cargos majoritários.

Meu gabinete está de portas abertas para o diálogo franco, transparente e fraterno com pré-candidaturas propagadas na imprensa tocantinense, como as de Marcelo Miranda, Kátia Abreu, Roberto Pires, Nicolau Esteves, Ataídes de Oliveira, Marcelo Lelis, César Halum, Marco Antônio Costa e todos aqueles que vierem disponibilizar o seu nome num campo oposicionista.

Estou certo que  podemos traçar novos horizontes para o Tocantins. Se estaremos juntos, ou não, será consequência de uma série de fatores. Só não quero acreditar, a priori, que fecharemos a porta sem antes exercitar uma das artes mais cultuadas e bonitas da política: a arte do diálogo.

Unidos somos fortes. Unidos, vamos resgatar o Tocantins e inaugurar um novo tempo de desenvolvimento e respeito ao povo. Vamos sonhar juntos esse sonho, porque o Tocantins pode ser melhor. E, acreditem: será!

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