A Agência Tocantinense de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (ATR) iniciou nesta semana uma operação simultânea em diversos municípios para combater o transporte clandestino de passageiros. A força-tarefa conta com o apoio do Batalhão de Polícia Rodoviária e Divisas (BPRED), Detran-TO e Polícia Rodoviária Federal (PRF).
As equipes utilizam unidades volantes e viaturas para abordagens em pontos estratégicos das rodovias estaduais. Segundo a ATR, a prática irregular compromete a segurança dos usuários, uma vez que veículos clandestinos não possuem cobertura de seguros e, frequentemente, envolvem-se em acidentes com vítimas desassistidas. Além disso, a agência aponta prejuízos às empresas concessionárias que operam dentro da legalidade, geram empregos, recolhem impostos e oferecem garantias aos usuários.
Como medida de repressão, a autarquia atualizou os valores das multas. A penalidade para o transporte irregular saltou de R$ 1.260,88 para R$ 5.514,20, equiparando-se à média aplicada em outros estados brasileiros.
O presidente da ATR, Tom Lyra, afirmou que as fiscalizações serão permanentes em todas as regiões do Tocantins. “Essa é a resposta do Estado para proteger nossa população, que fica vulnerável diante do transporte ilegal, e também para proteger as empresas legalizadas. Não vamos permitir que a clandestinidade continue colocando vidas em risco”, declarou.
A agência reforça que a continuidade das blitze visa erradicar o transporte intermunicipal não autorizado no estado.
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