MPE aguarda as novas investigações para concluir caso da professora Danielle

MPE aguarda o resultado de novas investigações sobre o caso da professora Danielle supostamente assassinada pelo ex-marido; Polícia Civil já concluiu as investigações;

A professora foi assassinada em dezembro de 2017
Descrição: A professora foi assassinada em dezembro de 2017

Com o inquérito policial do caso da professora Danielle Christina Lustosa Grhos, supostamente assassinada pelo marido, o médico Álvaro Ferreira, concluído, o Ministério Público solicitou à polícia civil novas investigações para a resolução e o julgamento da ocorrência.

 

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o inquérito que investiga a materialidade e os indícios de autoria da morte da professora Danielle Christina Lustosa Grhos foi concluído dia 9 de fevereiro, pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Palmas. Contudo, o MPE teria solicitado mais averiguações sobre o caso.

 

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que estas já foram concluídas pela Polícia Civil, que apenas aguarda a manifestação da Polícia Científica para encaminhar o procedimento e os resultados da investigação ao órgão ministerial. 

 

A mãe de Danielle, contou que esteve na Delegacia cobrando a conclusão do inquérito, que está na espera dos laudos conclusivos do Instituto Médico Legal (IML) para remeter ao Ministério Público e em seguida oferecimento da denúncia. “Pedi para todas as amigas da Danielle ligarem cobrando providências quanto à conclusão do inquérito também”, contou.

 

O caso


A professora Danielle Christina foi encontrada morta na própria residência, na quadra 1004 Sul em Palmas, na noite do dia 18 de dezembro, e o principal suspeito pelo crime é seu ex-companheiro, Àlvaro Dias, que já havia sido preso no sábado, 16, por supostamente agredir Danielle, e foi solto no dia seguinte.

 

O médico chegou a mandar mensagens para a mãe da vítima, afirmando que era inocente. Em declarações dadas à imprensa também alegou que não teria qualquer participação no crime e que estava com a consciência tranquila.

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