Tocantins assume a vice-liderança nacional em potencial de mercado, aponta CLP

Estado saltou 14 posições em ranking que mede a capacidade de atração de investimentos, ampliação do consumo e geração de novos negócios

Ranking é do Centro de Liderança Pública
Descrição: Ranking é do Centro de Liderança Pública Crédito: Ademir dos Anjos/Governo do Tocantins

O Tocantins consolidou-se como um dos ambientes mais promissores para negócios no País. O Estado alcançou a 2ª colocação nacional no pilar Potencial de Mercado do Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). Com a nota 79,5, o território tocantinense ficou atrás apenas de Roraima e registrou uma das maiores evoluções do Brasil no indicador, saltando 14 posições em relação à edição anterior.

 

 

O desempenho coloca o Tocantins à frente de mercados tradicionais e de outras economias em expansão, como Santa Catarina (3º), Piauí (4º), Goiás (5º), Acre (6º) e Paraíba (7º). Na prática, o resultado aponta para um cenário favorável à ampliação do consumo, à atração de novas empresas e à geração de emprego e renda.

 

 

Para o governador Wanderlei Barbosa, o avanço reflete as políticas de fomento econômico implementadas pela gestão estadual. “Esse resultado demonstra a confiança no potencial de crescimento econômico do Tocantins. Seguiremos trabalhando para impulsionar o desenvolvimento e garantir maior crescimento socioeconômico em todas as regiões”, destacou.

 

 

O que é avaliado?

Conforme a metodologia do CLP, o pilar de Potencial de Mercado mensura a capacidade das unidades federativas de expandir a atividade econômica e sustentar novos ciclos de desenvolvimento. Para isso, são cruzadas variáveis fundamentais como tamanho e crescimento do mercado consumidor; potencial de expansão da força de trabalho; oferta e qualidade do crédito para pessoa física; comprometimento da renda das famílias e índices de inadimplência.

 

 

Sobre o Ranking

O Ranking de Competitividade dos Estados avalia o desempenho dos entes federativos a partir de 100 indicadores, distribuídos em dez pilares estratégicos — incluindo educação, infraestrutura, inovação, sustentabilidade ambiental e eficiência da máquina pública. Baseada em dados oficiais, a ferramenta funciona como um termômetro para investidores e auxilia no direcionamento de políticas públicas regionais.

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