Polícia Federal vai apresentar balanço da operação Maet às 14 hs: advogados foram levados para depoimento

A operação Maet da Polícia Federal, já deteve três advogados e um assessor jurídico do Tribunal de Justiça. Antonio dos Reis Calçado Jr. teve o escritório revistado.Presentes à sede da PF em Palmas, o presidente da OAB, Ercílio Bezerra e o presidente...

A assessoria da OAB informou que o termo correto a ser utilizado não é detenção, mas "condução coercitiva" para oitiva de depoimentos. Os mandatos foram concedidos para este fim. (12h36)

A Polícia Federal informou que divulgará um balanço das apreensões e conduções para depoimento em nota logo mais às 14 horas.(12h31)

O advogado Jorge Gonzaga Neto entrou em contato com a redação do site Roberta Tum, afirmando representar José Carlos Ferreira Neto e informando que nenhum dos dois se encontra detido. (12h29)

Dois advogados teriam sido conduzidos para depoimento em Araguaína pela Operação Maet são: Joaquim Gonzaga Neto, e José Carlos Ferreira, conforme informações da assessoria da OAB. (12h19) (Atualizado com correções a pedido)

A desembargadora Willamara Leila de Almeida, presidente do TJ está sendo ouvida neste momento na sede da PF, acompanhada de seu advogado. A assessoria da desembargadora informou ao Site Roberta Tum que ela divulgará nota à imprensa no começo da tarde. Depõem também neste instante o desembargador Liberato Póvoa, acompanhado de seu advogado, e os demais envolvidos. A PF destacou vários delegados, cujos nomes serão informaods em instantes, para ouvir os suspeitos separadamente. O contato entre eles está sendo evitado. (12h08)

A assessoria do presidente da OAB acaba de confirmar ao Site Roberta Tum que o STJ determinou o afastamento de três desembargadores tocantinenses por suspeita de venda de sentença. São eles: Willamara Leila, Liberato Costa Póvoa e Carlos Souza. (11h39)

Cinco pessoas começam a ser ouvidas na sede da PF : Germino Moreti, Antonio Calçado Reis Júnior e Walker de Monquemor Quagliarella e o assessor Dagoberto Pinheiro (Assessor do desembargador Liberato Póvoa). O desembargador Liberato Póvoa também já está na sede da PF. (11h32)

O desembargador Liberato Póvoa é aguardado na sede da PF. Será conduzido para prestar depoimento. (11h09)

O delegado responsável pelças investigações já esta com os advogados detidos. Eles vão prestar esclarecimentos acompanhados pelo Dr. Rubens Dario Camara e pelo Dr.Antonio Ianowich Filho, que são representantes da OAB. (11h09)

Três advogados e um assessor jurídico estão detidos na PF

Fontes do Site Roberta Tum garantem que ao todo estão na Sede da PF quatro advogados. Germino Moreti, Antonio Calçado Reis Júnior eQuagliarella. O quarto é um assessor do TJ cujo nome não foi revelado. (11h05)

Presidente da ATA, Gedeon Pintaluga defende a inviolabilidade dos escritórios de advocacia: "é um princípio resguardado em lei federal", disse ele ainda há pouco na PF. (10h56)

O presidente da OAB, Ercílio Bezerra disse ao Site Roberta Tum há poucos instantes na sede da Polícia Federal em Palmas que a Ordem acompanha a Operação Maet com o objetivo de que os advogados envolvidos sejam ouvidos “sem coerção” e que não tenham seus direitos feridos. “Não sabemos se foram trazidos para cá por que estão envolvidos, ou se vieram apenas prestar informações”, disse Ercílio.

Operação Maet detém advogados na sede da PF: Antonio Calçado Jr tem escritório revistado

Uma máquina de contar dinheiro foi utilizada no escritório do advogado Antonio Calçado Reis Jr.. A suspeita é de que dinheiro destinado à compra de sentença tenha sido armazenado pelos advogados envolvidos na operação que já funciona, em sigilo, há seis meses. (10h39)

Duas pessoas já estão na Sede da Polícia Federal. A assessoria não confirmou os nomes, mas de acordo com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, que acompanha a operação, Ercílio Bezerra, seriam dois advogados: Germino Moreti e Antonio Calçado Reis Júnior. (Atualizado as 10h:29)

Segundo informações de uma funcionária do TJ há cerca de dez policiais estão dentro do prédio do Tribunal. A servidora confirmou que alem dos policiais apenas alguns funcionários da informática do Tribunal foram autorizados a entrar. (Atualizado às 10h:20)

A Polícia Federal também cumpre mandado de busca e apreensão neste momento no Edifício Amazônia Center. De acordo com as informações um chaveiro foi chamado para abrir a porta de um escritório de advocacia. No prédio há diversos escritórios e a PF não permitiu fotografar. (Atualizado às 09:45)

Os policiais que cumprem os mandados estão neste momento no Tribunal de Justiça do Estado. A PF não deu maiores informações, mas o cerco no prédio do TJ teria se iniciado por volta das 6h:30 da manhã e os servidores do Tribunal teriam sido impedidos de entrar no prédio. Apenas alguns desembargadores e funcionários da área de informática estariam no prédio. Segundo as informações preliminares teria sido chamado um chaveiro para garantir o acesso dos policiais. (Atualizado às 09h:30)

Informações sobre a Operação

Na manhã desta quarta-feira a PF fechou a rua e a residência da presidente do Tribunald de Justiça, desembargadora Willamara Leila. Supostamente haveria dois outros desembargadores envolvidos nas investigações da operação Maet e sete advogados, cinco de Palmas e dois de Araguaína. Sem confirmar nomes a PF informou que algumas pessoas estão sendo conduzidas para a sua Sede, por meio de nove mandados coercivos, onde serão ouvidas pelo delegado regional executivo, Guilherme Ronaldo Campos.

 

 

 

A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje, 16, a Operação MAET, cujo objetivo é o combate à corrupção no Estado do Tocantins. Estão sendo cumpridos 09 mandados de condução coercitiva e 09 mandados de busca e apreensão em cerca de vinte endereços nesta capital e na cidade de Araguaína, todos expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça.

As investigações policiais tiveram duração efetiva de seis meses e foram realizadas pelo Núcleo de Inteligência da Superintendência de Polícia Federal no Tocantins. No período, foi estimado que o grupo movimentou milhões de reais no Estado. O que já foi confirmado com a localização de uma grande quantidade de dinheiro encontrada na residência de um advogado, que está sendo contado.

Cerca de 120 policiais federais, estão realizando buscas em casas, escritórios de advocacia. A PF conta ainda com apoio de cerca 14 homens da Polícia Militar e da Polícia Civil do Tocantins.

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