Aragão questiona publicação do seu nome na presidência da Comissão de Ética e diz que não quer participar: oposição já indicou seus nomes

Na sessão da Assembléia Legislativa na manhã desta terça-feira, 14, o deputado Sargento Aragão (PPS), questionou ao presidente em exercício, deputado Eli Borges (PMDB), o porquê de seu nome constar, no site oficial da Casa, como presidente da Comissã...

O deputado Sargento Aragão (PPS), questionou ao presidente em exercício, deputado Eli Borges (PMDB) na manhã desta terça-feira, 14, os motivos pelos quais seu nome consta como presidente da Comissão de Ética, no site da Casa. Aragão relatou que a comissão não foi instalada, apesar da indicação de dois nomes, o do deputado Wanderley Barbosa (PSB) como titular e do deputado Eduardo do Dertins (PPS) como supelente, terem sido feita à presidência.

O assunto veio à tona diante da  nota protocolada pelo Sindjor na Casa, com pedido de leitura em plenário, em repúdio ao discurso ofensivo feito pelo deputado Stalin Bucar à jornalista Roberta Tum no último dia 07. 

Ao Site Roberta Tum, Aragão destacou que a comissão não foi nomeada. “Como que uma comissão que não foi instalada na Casa e muito menos nomeada pode ter o meu nome como presidente”, questionou o deputado ao destacar que o bloco formado pelo PPS e PSB indicou os membros para as Comissões da Casa, mas com relação a Comissão de Ética não foi regulamentada pela presidência da Assembléia apesar de o bloco ter indicado os nomes também para a referida Comissão.

Segundo Aragão, para presidir uma comissão é necessário que haja uma eleição entre os membros da comissão. “No caso da Comissão de Ética não houve nem instalação como que eu poderia ser o presidente?”, questionou o deputado ao informar que não se pode nomear um parlamentar para presidir a comissão.

Durante seu discurso, o deputado solicitou a retirada de seu nome do site. “Eu solicito a esta Casa a retirada do meu nome do site como presidente da Comissão de Ética já que eu participo das comissões da Educação, Segurança Pública e Constituição e Justiça”, ressaltou Aragão ao informar que conforme o Regimento Interno, um deputado não pode participar de mais de três comissões.

Na ocasião, sem mais detalhes o deputado Eli Borges (PMDB) apenas  confirmou que a Comissão de Ética não foi instalada na Assembléia.

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