Empresário e filho acusados de tráfico de drogas tem pedidos de liberdade provisória negados

Dois suspeitos de comercializar drogas, presos na Operação Candy Shop, tiveram o julgamento, marcado para esta sexta, 9, suspenso para que a defesa tome conhecimento de documentos juntados aos autos. Também nesta sexta, o empresário Zé Nelson e seu f...

Estava marcada para a tarde desta sexta-feira, 9, uma audiência para julgamento dos suspeitos de tráfico de drogas, Eduardo Borges Monteiro, conhecido como Dudu e Marcus Vinícius Castro Vitoriano, o Parazinho, mas segundo o juiz da 4ª Vara Criminal de Palmas, Luiz Zilmar ,a audiência que chegou a ter início, foi suspensa até a próxima sexta-feira, 16, para que a defesa tome o devido conhecimento de novas provas que foram juntadas aos autos processuais.

Ainda nesta sexta,9,  o juiz negou os pedidos de liberdade provisória do empresário José Nelson Andrade Barbosa, o Zé Nelson, e de seu filho José Lucas Palhares Barbosa. De acordo com as informações do juiz, os suspeitos continuam na Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP). “Neguei o pedido pois há indícios que pai e filho participaram do esquema”, ressaltou Luiz Zilmar.

Entenda

A operação Candy Shop, voltada a repressão do tráfico interestadual de drogas e associação para fins de tráfico foi realizada na última terça-feira,6, pela Polícia Federal.

Ao todo, são dez envolvidos na suposta quadrilha, sendo sete do Tocantins e três presos de Goiás. Leandro Ferreira Maciel e Giselle Nunes suspeitos de estarem envolvidos no esquema já estavam presos e durante a operação foram cumpridos mais 11 mandados de busca e apreensão. Os presos são suspeitos de comercializar, principalmente, as drogas sintéticas LSD e ecstasy, também conhecidas como doce e bala.

Comentários (0)