Coligação entra com ação para pedir cassação do advogado João Costa

A assessoria jurídica da Coligação Força do Povo informou na manhã desta quinta-feira, 22, que protocolou na última terça-feira uma ação no Tribunal Regional Eleitoral - TRE, uma ação contra o advogado e suplente de senador João Costa Ribeiro Filho. ...

O assessor jurídico da coligação, Sérgio do Vale, disse ao Site Roberta Tum na manhã desta quinta-feira, 22, que a ação protocolada se fundamenta no fato de o advogado e candidato, João Costa,  ter utilizado de forma abusiva os veículos de comunicação durante uma coletiva em que ele esclarecia o tumulto ocorrido anteriormente no TRE, no qual o advogado foi suspeito de ter subtraído páginas de um processo, caracterizando assim abuso de poder.

Segundo Sérgio do Vale, na coletiva em questão, João Costa utilizou de forma indevida os meios de comunicação e, como o advogado é um candidato nessas eleições, o mesmo deve responder pelo ato de abuso que foi cometido. “Como candidato ele deve responder pelos seus atos”, afirmou Sérgio do Vale, que também destacou que a ação protocolada no TRE argumenta que João Costa utilizou o espaço dos veículos de comunicação para se promover como candidato e também para promover outros candidatos da coligação TO Levado a Sério e não para esclarecer o ocorrido no Tribunal Regional Eleitoral.

De acordo com Sérgio do Vale a ação pede a cassação do registro de candidatura do advogado e candidato, João Costa. Com relação à acusação de João Costa, feita na coletiva, de que o episódio ocorrido no TRE teria sido uma manobra da coligação Força do Povo, Sérgio do Vale disse ao Site RT que “dentro do TRE é impossível haver armação e não existe nenhum indício disso”, concluiu.

A redação do Site RT entrou em contato a assessoria jurídica da coligação, mas até o momento aguarda mais informações.

Entenda o caso

No dia 14 de julho o advogado e suplente de senador da coligação TO Levado a Sério, João Costa, se envolveu em tumulto na sede do Tribunal Regional Eleitoral. No episódio o advogado foi acusado de subtrair páginas de um processo.

Na ocasião o advogado e testemunhas foram encaminhados à sede da Polícia Federal para dar explicações o ocorrido. Logo após João Costa convocou uma coletiva para dar esclarecimentos sobre o assunto. A Polícia Federal abriu inquérito para apurar o caso.

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