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Eduardo aponta avanços em UPAs terceirizadas: “meu sindicato é o do povo”

O prefeito apontou que apenas no dia 13, a UPA Norte atendeu 22 casos da área de ortopedia de baixa complexidade e 107 atendimentos de pediatria; Na UPA Sul, foram 19 de ortopedia e 79 de pediatria

Crédito: Nilo Almeida/T1 Notícias

O prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, apontou, em conversa com o T1 Notícias na noite de ontem, terça-feira, 14, os números dos primeiros dias de atendimento das UPAs terceirizadas como um avanço para a população da capital na pediatria e ortopedia, com reflexos positivos no HGP.

 

 

“Começamos a atender o tipo de caso (na ortopedia) que gera sobrecarga ao HGP. Na pediatria também teremos um avanço que já traz aos pais de crianças a tranquilidade de saber que seu filho poderá ser atendido a qualquer hora numa UPA, porque teremos os três turnos da pediatria funcionando”, analisou.

 

 

Em meio ao impacto negativo nas redes, à denúncia movimentada pelo vereador Vinícius Pires — com negativa de concessão de liminar pela Justiça — e à reação de servidores da saúde insatisfeitos com as mudanças, o prefeito foi enfático: “Me perdoem os que, por um motivo ou outro, não entendem, mas entre agradar 300 pessoas ou atender a demanda das famílias que precisam de um SUS que funcione em Palmas, fico com a segunda opção. Meu sindicato é o do povo de Palmas”.

 

 

O prefeito apontou que apenas no dia 13, anteontem, a UPA Norte atendeu 22 casos da área de ortopedia de baixa complexidade — que normalmente seriam encaminhados ao HGP — e 107 atendimentos de pediatria. Já na UPA Sul, foram 19 atendimentos de ortopedia e 79 atendimentos de pediatria.

 

“Criança tem febre à noite. Hoje um pai pode ficar seguro de que vai chegar na UPA e o pediatra estará lá para atendê-lo”, argumentou o prefeito.

 

 

Ele criticou também os que acusam ser um contrato milionário: “Vamos fazer a conta de quanto vão sair esses atendimentos? É a mesma situação da merenda. Hoje servimos 90 mil refeições para alunos da rede municipal. Está saindo a R$ 5 o prato de comida. Será que é muito caro para atender nossas crianças?”, questiona.

 

 

O prefeito argumentou ainda que não pode agradar àqueles servidores que desejam escolher onde trabalhar. “Ninguém fez concurso para a UPA. Fez para a Saúde de Palmas, e aí vão trabalhar onde for necessário”, ponderou.

 

 

“Não tinha como esta entidade, que tem mais de 100 anos, entrar em operação em Palmas sem os recursos para providenciar todas as aquisições necessárias para prestar o serviço. Por isso o pagamento inicial era necessário”, defende.

 

 

A expectativa de Eduardo é que, nos próximos dias, os serviços entrem em um modo de rotina e a população perceba a diferença de qualidade.

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